Issam cobra mais transparência do Governo nas ações de combate a Covid-19

Por Ana Cássia Costa
25/03/2020 11h29 - Publicado há 5 meses
Issam vota favorável em sessão para aprovação de Decreto de Calamidade
Issam vota favorável em sessão para aprovação de Decreto de Calamidade
Antônio César/ Ascom / HD

O deputado Issam Saado (PV) esteve presente na sessão de votação do Decreto do Governo que declara situação de Calamidade Pública no Tocantins, nesta manhã de terça-feira, 24, na Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto). Ele votou favorável, mas cobrou mais transparência nas ações de combate ao Coronavírus. "Tem muita fala, mas eu não estou vendo o movimento. Quantos leitos tem hoje no Tocantins para ser preparado para receber futuramente esse pessoal que vai ser mais atingido pelo vírus?", questionou.

O parlamentar ressaltou a previsão de pico da doença no Brasil, que se aproxima, e pontuou sua preocupação com a quantidade de leitos nos hospitais do Estado, em especial na região norte do Estado, nas cidades de Araguaína e do Bico do Papagaio. Chegou a sugerir o trabalho de uma comissão para agilizar as ações e sugeriu também que todos os parlamentares possam destinar mais verbas para a Saúde, a fim de equipar os hospitais do Estado.

O parlamentar falou sobre a utilização do espaço de uma UPA em Araguaína que está desativada e propôs a união dos parlamentares da região para equipar o espaço e atender as pessoas que precisarem. 

"Não podemos brincar com essa doença, ela é perigosa, principalmente para quem tem certa idade”, alertou ao dizer que quando viu nos noticiários que a Itália já perdeu 6 mil pessoas, ficou pensando na fragilidade humana, mas também na condição privilegiada do Tocantins, que tem tempo para não deixar que o pior aconteça no Estado. “Precisamos agir rápido”, conclui.

Voto

Na hora de proferir o voto, Issam Saado reforçou que o momento é de união e justificou "pela situação que o país passa e o Tocantins também, não podemos negar nada ao Governo. Temos como obrigação, como representantes do povo, estender a mão para o governo para contornar essa crise, portanto voto favorável".

O Decreto foi aprovado por unanimidade na Casa de Leis.

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