Auxílio Brasil vai excluir mais de 180 mil famílias, alerta deputado Zé Roberto Lula

Por Fábio Coêlho - Ascom Zé Roberto Lula
23/11/2021 12h51 - Publicado há 15 dias
Zé Roberto Lula fala de sua preocupação com aumento da pobreza no estado
Zé Roberto Lula fala de sua preocupação com aumento da pobreza no estado
Dicom Aleto / HD

Até o mês de outubro 320 mil famílias tocantinenses tinham acesso ao Bolsa Família e conforme alertou o deputado estadual, Zé Roberto Lula (PT), durante sessão Plenária desta terça-feira, 23, com a implementação do Auxílio Brasil pelo governo Federal, o auxílio vai chegar a 120 mil famílias a partir do recebimento de dezembro, o que vai retirar a transferência de renda para mais de 180 mil famílias.

“Nós já estamos em uma crise gerada pela incompetência do governo Bolsonaro, agravada pela pandemia, e o governo vai na contramão de tudo, da ciência, da economia e condena mais de 180 mil famílias tocantinenses sem receber o Bolsa Família”, disse o deputado ao avaliar que a sobrevivência dessas famílias excluídas vai ser diretamente afetada.

O deputado lembrou que o programa Bolsa Família, implementado no governo Lula, foi vitorioso ao distribuir renda e ajudar milhões de famílias excluídas, de baixa renda. “As pessoas têm uma vida um pouco mais digna com o apoio do governo federal e isso não é esmola. Em todo mundo, inclusive nos países mais ricos, como os da Europa, da Escandinava, em todos esses países existem programas para poder ajudar as famílias que precisam”, informou Zé Roberto ao destacar sua preocupação com a situação brasileira.

“O quadro que temos hoje no Brasil é de desconstrução de todas as políticas de inclusão social, é a desconstrução de todas as políticas, não é a toa que tínhamos saído do mapa da fome e voltamos; a pobreza voltou fruto da incompetência da irresponsabilidade, do governo Bolsonaro”, destacou o parlamentar.

Zé Roberto explicou ainda, que o Tocantins tem, hoje, 200 mil pessoas que passam fome e 400 mil abaixo da linha de pobreza e “só um governo irresponsável, que não tem compromisso com o trabalhador é capaz de agir desta forma. A fome vai aumentar e não podemos aceitar isso”.

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