Dep. Prof. Júnior Geo denuncia risco de desabamento em escola indígena e cobra urgência
Após tomar conhecimento da situação de grave negligência estrutural que compromete o funcionamento regular e digno da Escola Estadual Indígena Iny Webohona, localizada na Aldeia Boto Velho, Município de Lagoa da Confusão, o deputado estadual Professor Júnior Geo (PSDB) apresentou requerimento, em caráter de urgência, solicitando a adoção de providências imediatas para a reforma, recuperação estrutural e adequação das instalações da referida escola. O expediente foi enviado ao governador do Estado e ao secretário Estadual da Educação.
Porta de Acesso
De acordo com o Prof. Júnior Geo, a Escola Estadual Indígena Iny Webohona, unidade de ensino que serve à comunidade tradicional, residente na Aldeia Boto Velho, no município de Lagoa da Confusão, constitui, para aquela população, a principal porta de acesso à educação formal.
Risco Iminente
“Servidores e comunidade escolar apontam para um estado de deterioração física avançada e preocupante: o telhado da escola apresenta danos estruturais severos, com risco real de colapso parcial, colocando em perigo direto a integridade física de alunos e profissionais que diariamente frequentam o espaço”, explica o deputado Prof. Geo.
Gravidade
“Somam-se a isso a ausência de infraestrutura adequada ao funcionamento pleno da unidade escolar, bem como, o prolongado descaso com a manutenção preventiva e corretiva das instalações, cujas condições atuais são incompatíveis com os padrões mínimos de segurança, salubridade e dignidade exigidos para um ambiente educacional”, reforça o parlamentar.
Medidas Imediatas
Em seu requerimento, o Professor quer que o governo estadual adote de imediato as providências necessárias para a recuperação do telhado da Escola Estadual Indígena Iny Webohona, “com a adequação de sua infraestrutura física e o estabelecimento de cronograma efetivo de manutenção, assegurando condições seguras e dignas para toda a comunidade escolar”, explica Geo.
Inaceitável
Para o parlamentar, a morosidade administrativa, embora compreensível nos fluxos ordinários da gestão pública, “torna-se inaceitável quando a demanda envolve risco à segurança de crianças e adolescentes indígenas em ambiente escolar”, assegura o Dep. Prof. Júnior Geo.